Passado o lançamento do Windows Vista, vamos falar um pouco sobre o seu sucessor. Primeiro é bom lembrar que o lançamento recente em 30 de janeiro foi para o mercado de varejo. Para o mercado corporativo, o produto já estava disponÃvel desde novembro. O meu notebook já tem a versão FINAL do Windows Vista Ultimate Edition desde meados de novembro, e está funcionano perfeitamente.
Muita gente me pergunta: “Puxa, o Vista nem foi lançado direito e já estão falando em seu sucessor ou num Service Pack?”.
E a minha resposta: “Sim, já esão falando nas duas coisas. Isso mostra a seriedade e comprometimento que uma empresa tem com o futuro, o mercado e seus usuários. “.
Antes de mais nada, é bom saber que o Service Pack 1 do Windows Vista (SP1, de codinome “Fiji”) já está em desenvolvimento.
E não tem nada a ver com bugs no sistema, como pensam a maioria dos xiitas de outros sistemas operacionais.
A definição (não literal) de Service Pack é a incorporação de novas funcionalidades ao sistema, que se torna necessário pelo passar do tempo, já que as tecnologias estão em constante evolução. Updates e Hotfixes é que são correções de bugs, que podem ocorrem e que normalmente são solucionados muito rapidamente.
O SP1 tem como foco a mudança de kernel. O Longhorn Server (codinome do sucessor do Windows Server 2003) trará inúmeras mudanças na plataforma de servidores da Microsoft e o kernel do Vista deverá sofrer algumas alterações para acompanhar a nova estrutura de rede. A previsão é de disponibilidade até o final deste ano.
Sobre o sucessor do Windows Vista, o codinome do projeto é “Vienna” (que parece ter mudado para “Windows 7″, mas não é oficial). A previsão de chegada do produto ao mercado é em 2009 ou 2010 (prazo menor do que entre o XP e o Vista, que foi de cinco anos).
A Microsoft já iniciou a coleta de dados de sugestões para o novo sistema. Existe um programa especial de feedbacks para a inclusão de novas funcionalidades.
Não há nada de concreto e oficial ainda, mas especula-se que o “Vienna” trará um novo Internet Explorer (que está sendo desenvolvido pelo time responsável pela interface Ribbon do Office), a tecnologia Hypervisor de virtualização (presente nativamente no Longhorn Server) e até mesmo o tão esperado WinFS (Windows Future Storage), o novo sistema de arquivos que foi removido do projeto original do Windows Vista.
A única certeza é de que o projeto “Vienna” será totalmente trabalhado na plataforma 64-bits (tendêcia de todos os produtos daqui para frente). Se houver, a única versão 32-bits deverá ser o “Vienna Starter Edition”, para mercados emergentes.